Da mulher da tua vida
Dou comigo a pensar em coisas absurdas, tenho apenas 18 anos, e no entanto às vezes penso como se já tivesse 88 e não estivesse satisfeita com a vida que levei. Isso assusta-me e faz-me pensar que talvez devesse mesmo fazer uma lista de 'coisas a fazer para me sentir realizada'. Com 18 anos já devia ter feito tanta coisa e devia dar-me tão mais gosto estudar. Odeio estudar, o que é uma idiotice, visto que sou inteligente e me quero cultivar.
Passo demasiado tempo a pensar num futuro que nem está assim tão próximo e num passado que... Num passado inacabado, incompleto.Que eu espero que realmente não tenha um fim. Porque a final de contas o 'felizes para sempre' nunca tem fim, é eterno. Mas estou realmente saturada de passar a minha adolescência a queixar-me e a choramingar por ti. Quem me dera ter essa tua capacidade de fingir a ti mesmo de que está tudo normal. Eu só consigo fingir para os outros, a mim não me engano. E fazes-me mesmo muita falta.
Podes beijar quantas raparigas queiras, quantas vezes te apeteçam. Nada disso me incomoda. És só tu a seres parvo, a perderes-te nas tuas incertezas e nas tuas infantilidades. Agora por amor de Deus António, dizeres-lhes que as amas? Para quê estares a banalizar uma palavra que em tempos foi a nossa união? Como podes tu mentir com quantos dentes tens na boca em relação a um sentimento que tu já sentiste de verdade e sabes o que significa. Como podes tu proferir tais palavras a outra?! Se fosse verdade, terias todo o meu apoio, assim meu amor, desculpa, mas apetece-me dar-te um calduço!
Estamos assim, como estamos. E sim, eu ainda sonho acordada com a forma delicada e amável com que me olhavas quando eras apaixonado por mim. Quando qualquer milímetro do meu corpo, para ti, era perfeito, fosse lá de que perspectiva fosse. O modo como te perdias a olhar-me, com um sorriso involuntário profundo, enquanto eu falava sem me calar, e como mesmo assim ainda ouvias tudo o que tinha para ditar ao Mundo. O teu jeito de me olhar fixamente, punha-me sem jeito e tão envergonhada, mas sabia tão bem. E ainda o facto de proferires as minhas palavras como incentivo de continuação quando eu me calava porque achava que não estavas a ouvir nada do que te dizia :$
Tenho simplesmente saudades de te pertencer, de só me quereres a mim e mais ninguém.
Sempre foste de poucas palavras, limitei-me a aprender a ler o teu olhar, que me dizia sempre tanto, e a respeitar o teu silêncio. E no silêncio também te escutei, não penses que não. Sei mais de ti do que julgas! Mas guardo-o para mim de forma egoísta, como um tesourinho só meu. :$
Passo demasiado tempo a pensar num futuro que nem está assim tão próximo e num passado que... Num passado inacabado, incompleto.
Podes beijar quantas raparigas queiras, quantas vezes te apeteçam. Nada disso me incomoda. És só tu a seres parvo, a perderes-te nas tuas incertezas e nas tuas infantilidades. Agora por amor de Deus António, dizeres-lhes que as amas? Para quê estares a banalizar uma palavra que em tempos foi a nossa união? Como podes tu mentir com quantos dentes tens na boca em relação a um sentimento que tu já sentiste de verdade e sabes o que significa. Como podes tu proferir tais palavras a outra?! Se fosse verdade, terias todo o meu apoio, assim meu amor, desculpa, mas apetece-me dar-te um calduço!
Estamos assim, como estamos. E sim, eu ainda sonho acordada com a forma delicada e amável com que me olhavas quando eras apaixonado por mim. Quando qualquer milímetro do meu corpo, para ti, era perfeito, fosse lá de que perspectiva fosse. O modo como te perdias a olhar-me, com um sorriso involuntário profundo, enquanto eu falava sem me calar, e como mesmo assim ainda ouvias tudo o que tinha para ditar ao Mundo. O teu jeito de me olhar fixamente, punha-me sem jeito e tão envergonhada, mas sabia tão bem. E ainda o facto de proferires as minhas palavras como incentivo de continuação quando eu me calava porque achava que não estavas a ouvir nada do que te dizia :$
Tenho simplesmente saudades de te pertencer, de só me quereres a mim e mais ninguém.
Sempre foste de poucas palavras, limitei-me a aprender a ler o teu olhar, que me dizia sempre tanto, e a respeitar o teu silêncio. E no silêncio também te escutei, não penses que não. Sei mais de ti do que julgas! Mas guardo-o para mim de forma egoísta, como um tesourinho só meu. :$
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| Obrigada por me teres ligado hoje. :') Soube bem ouvir a tua voz Souberam bem os nossos disparates |

Que giro, gostei muito :)
ResponderEliminare obrigada já me fizeste mais feliz hoje, ahah ;)
Amanhã amanhã *-*
ResponderEliminarA história ainda não está toda escrita, está só parte dela, mas eu aos poucos vou colocando mas estou sempre um pouco adiantada para depois não ter que escrever sob pressão.
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