Desorientada

Há uns dois dias que não falamos. Hoje vou aí... Digo-te, não te digo... Não sei o que fazer. Já começo a ficar com náuseas e com dores de cabeça. Quero ver-te, mas não quero perder a postura. Quero abraçar-te, mas não quero dar o primeiro passo. Quero encontrar-te sozinho, mas não quero estar contigo a sós. Quero que me abraces como antes, mas não quero morrer de esperanças. Quero andar bem pelas ruas, sem andar com o olhar a escapar pelas esquinas, mas um sinal da tua presença inquieta-me.
Quero-te, mas tu não podes saber!

Ama(s)-me em segredo,
todos as noites,
todos os dias.

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