Sê feliz, por favor!
Sempre que deixo verter mais uma lágrima por ti, rezo para que seja a última. E tu sabes que eu não sou católica praticante. Rezo para que seja a última, não com esperanças que volte tudo ao que era, precisamente com esperanças que seja tudo diferente. Que eu já não goste de ti, que tu já não gostes mim, que já não pense em ti cada vez que a minha mente não está distraída, que já não penses em mim pois sabes o quanto me magoas com a tua atitude. A tua ausência dói-me no peito. A tua presença dói-me no peito. O teu amor dói-me no peito. A tua falta de amor dói-me no peito. Pergunto-me quando tudo isto irá acabar. Quando é que eu vou acordar deste pesadelo que me acorrenta a ti e me assombra todos os dias sem hora de chegada. Quando é que o meu coração se vai libertar deste peso que o mantém no fundo do mar, frio e escuro. Escondendo-se das luzes que o procuram para o salvar, pois a luz em que está fixo não se move, não se afasta, mas também não se aproxima. Está ali, imóvel. Sem o deixa...