Revivo os momentos que passamos juntos na tentativa de não sentir tanto a tua falta. Folheio-os como a um álbum, cada página com a sua essência. Maior parte das imagens têm aquele tom sépia, no entanto há sempre um vislumbre quente, que dá sempre a certeza de que ali, ali existe amor. Mesmo quando não se beijam, mesmo quando não se tocam, aquelas silhuetas amam-se. E sorriu instantaneamente ao lembrar-me de que aquelas figuras somos nós. Tenho saudades de te dar a mão.
Estou à tua espera
Falta-me o ar.............. Um arrepio percorre-me o corpo deixando-me com pele de galinha. As tonturas insistem em demorar-se na visita. O pescoço teima em doer-me. As lágrimas prendem-se numa revolta de quererem sair sem qualquer razão e acanham-se nos entretantos das minhas inspirações fortes e determinadas. A cabeça está às voltas e o coração bate tão rápido que não se consegue perceber o ritmo cardíaco. Devia drenar todo o sistema de ilusão e deixar apenas a realidade, mas está tudo tão confuso. Queres-me e eu não te quero querendo-te. Não vens, mas queres vir, queres que eu vá. E as borboletas na barriga não são aquela boa sensação que me faz sorrir, são aquela sensação angustiante de frustração, medo, vergonha... Isto nunca vai ter fim...? Vem! Não, não venhas! Eu também não vou, digo-to, não vou! ... Mas vem sim?
Mas tu és sempre a mesma fofinha, e deves mesmo ser a única que me visita todos os dias. obrigada <3
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