Dignidade Sumida
A partir do momento em que entro por aquela porta, deixo de ser eu, pois os meus princípios e as minhas prioridades ficam todas do lado de lá da mesma!
A cada degrau que subo em direcção ao teu quarto, o pouco amor próprio que nutro por mim e a imensa força que me costuma pertencer, vão caindo e rebolam até ao último degrausinho. Ficam à espera que volte atrás para as ir buscar, mas a cobardia é imensa e nem por um segundo me atrevo a olhar para trás. Abro a porta do teu quarto e o seu cheiro tão característico embrenha-se em mim, colocando um leve sorriso de 'estou novamente junto a ti'. E o primeiro pensamento que se me surge é 'meu bebé!'. Nunca te trato por bebé, simplesmente porque é piroso e não seria interpretado com o devido significado. És o meu bebé porque sinto que tenho de tomar conta de ti, independentemente de toda a porcaria que me faças. Porque só tu soubeste cuidar de mim e eu sei que neste momento não tens ninguém que cuide de ti. Não me venhas com tretas a dizer que não precisas meu amor, porque todos nós precisamos!
Eu sei que só és capaz de seguir em frente, e aproveitares a tua vida, porque sabes que independentemente de tudo, quando precisares, eu vou estar aqui. Estás seguro não é querido?
Até hoje assim foi! Mas graças a duas pessoas fantásticas, eu percebi que tenho de olhar por mim. Porque para poder dar-te o meu apoio, tenho que ter forças para aguentar comigo.
Então acho que é aqui meu bem, é aqui que me despeço de ti, sem saber como vai ser daqui por diante. Estou a tremer de medo meu bebé, estou tão assustada. E já não sei se é por mim, se por ti!
Sabes que "aquele" beijo te pertence unicamente a ti, e que os meus braços estarão sempre abertos para te receber, acomodar e dar forças. Mas querido, o meu coração... Esse vou fecha-lo para ti. Vou trancar a porta e guardar-te tão bem quanto o sei fazer. Estimo-te, mas não vou mais deixar que o aceleres. Estarei a guardar-te no meu coração e a expulsar-te do meu pensamento, do meu dia-a-dia.
Vou voltar a ser forte e a erguer-me. Vou recuperar tudo o que fui perdendo, sempre que entrava por aquela porta e subia aquelas escadas.
Vou ser eu, e vou esperar que o destino não falhe comigo...
Meu bem, só te quero dizer que depois de me recompor e voltar a ser 'A' Violetasinha que um dia fui, mas menos infantil, podes voltar, sim? Até lá, aguenta-te, tu és forte!
Irei amar-te sempre, apenas não como hoje. Tu percebes o que quero dizer.
A cada degrau que subo em direcção ao teu quarto, o pouco amor próprio que nutro por mim e a imensa força que me costuma pertencer, vão caindo e rebolam até ao último degrausinho. Ficam à espera que volte atrás para as ir buscar, mas a cobardia é imensa e nem por um segundo me atrevo a olhar para trás. Abro a porta do teu quarto e o seu cheiro tão característico embrenha-se em mim, colocando um leve sorriso de 'estou novamente junto a ti'. E o primeiro pensamento que se me surge é 'meu bebé!'. Nunca te trato por bebé, simplesmente porque é piroso e não seria interpretado com o devido significado. És o meu bebé porque sinto que tenho de tomar conta de ti, independentemente de toda a porcaria que me faças. Porque só tu soubeste cuidar de mim e eu sei que neste momento não tens ninguém que cuide de ti. Não me venhas com tretas a dizer que não precisas meu amor, porque todos nós precisamos!
Eu sei que só és capaz de seguir em frente, e aproveitares a tua vida, porque sabes que independentemente de tudo, quando precisares, eu vou estar aqui. Estás seguro não é querido?
Até hoje assim foi! Mas graças a duas pessoas fantásticas, eu percebi que tenho de olhar por mim. Porque para poder dar-te o meu apoio, tenho que ter forças para aguentar comigo.
Então acho que é aqui meu bem, é aqui que me despeço de ti, sem saber como vai ser daqui por diante. Estou a tremer de medo meu bebé, estou tão assustada. E já não sei se é por mim, se por ti!
Sabes que "aquele" beijo te pertence unicamente a ti, e que os meus braços estarão sempre abertos para te receber, acomodar e dar forças. Mas querido, o meu coração... Esse vou fecha-lo para ti. Vou trancar a porta e guardar-te tão bem quanto o sei fazer. Estimo-te, mas não vou mais deixar que o aceleres. Estarei a guardar-te no meu coração e a expulsar-te do meu pensamento, do meu dia-a-dia.
Vou voltar a ser forte e a erguer-me. Vou recuperar tudo o que fui perdendo, sempre que entrava por aquela porta e subia aquelas escadas.
Vou ser eu, e vou esperar que o destino não falhe comigo...
Meu bem, só te quero dizer que depois de me recompor e voltar a ser 'A' Violetasinha que um dia fui, mas menos infantil, podes voltar, sim? Até lá, aguenta-te, tu és forte!
Irei amar-te sempre, apenas não como hoje. Tu percebes o que quero dizer.
Amo-te meu doce
Comentários
Enviar um comentário
Comenta aqui *.*