Ufa, que noitão! Estava mesmo a precisar. Já há muito tempo que não tinha um ataque de riso daqueles. Soube-me mesmo bem. Mesmo mesmo. Sinto que talvez já tenha forças para estudar hoje. :)
É bom que sim, uma vez que o teste é já amanhã. :s
Falta-me o ar.............. Um arrepio percorre-me o corpo deixando-me com pele de galinha. As tonturas insistem em demorar-se na visita. O pescoço teima em doer-me. As lágrimas prendem-se numa revolta de quererem sair sem qualquer razão e acanham-se nos entretantos das minhas inspirações fortes e determinadas. A cabeça está às voltas e o coração bate tão rápido que não se consegue perceber o ritmo cardíaco. Devia drenar todo o sistema de ilusão e deixar apenas a realidade, mas está tudo tão confuso. Queres-me e eu não te quero querendo-te. Não vens, mas queres vir, queres que eu vá. E as borboletas na barriga não são aquela boa sensação que me faz sorrir, são aquela sensação angustiante de frustração, medo, vergonha... Isto nunca vai ter fim...? Vem! Não, não venhas! Eu também não vou, digo-to, não vou! ... Mas vem sim?
Normalmente venho aqui escrever quando as palavras e as lágrimas me estão a transbordar, ou quando estou tão cheia de tudo que nem consigo perceber o que sinto na realidade. Desta vez venho escrever porque acho que devo despedir-me. Quero virar a página. Estou farta de me ver sempre no mesmo quarto escuro, escondida debaixo dos cobertores à procura do amor perfeito nas séries de ficção que me prendem, idealizando o nosso próprio amor, ou aquele que eu tenho esperança que exista mesmo. Lá está, idealizando-o. Não me consigo livrar disto, de mim, do meu amor e do que o teu amor me fez. Preciso de virar a página. Preciso de te dizer adeus. Preciso de me amar mais. Vou amar-te para sempre, embora saiba (ou espero muito muito fortemente) que não vou estar apaixonada por ti para sempre. Vou sempre desejar-te e desejar que me desejes, é um facto. Mas se me permitir apaixonar por outro alguém, vou permitir que o meu coração seja feliz e que eu possa ser tua amiga verdadeiramente. Porque eu s...
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